quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Quem Fanzina os Fanzineiros?


Versão do artigo publicado no fanzine acima, em dezembro de 2009.
 
Fiz questão de locar o DVD numa segunda-feira.
Praticamente, o diretor Zack Snyder conseguiu (há controvérsias) transpor a série em 12 partes de Alan Moore e Dave Gibbons, mais ou menos como fez com 300 (de Frank Miller). Moore não quis ter seu nome creditado no filme.
 
A história é a mesma da hq, que se passa nos anos 1980. Ela mostra o assassinato do vigilante Comediante (Jeffery Dean Morgan), a origem dos heróis, a paranoia da Guerra Fria, o Doutor Manhattan (Billy Crudup), o investigador Rorschach (Jackie Earle Haley) e os demais elementos de uma forma resumida.
 
Houve mudanças em alguns uniformes e na trama. sendo que foi o filme mais extenso que Batman- O Cavaleiro das Trevas (de Christopher Nolan) ou Superman- O Retorno, mas com censura 18 anos.
Teve gente que achou uma novela, um troço aloprado...
Mas como fui eu quem assistiu e escreveu estas linhas, digo: até que gostei! Bem melhor que The Spirit- O Filme.
São quase 3 horas que não me cansaram.
 
2009- Paramount/Warner/Legendary Pictures

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

3º Artigo Escrito Pubicado no Cine Traços

Versão do artigo originalmente mostrado no zine Hq"Free"Express 05 (julho de 2009).

Assim como o recente O Incrível Hulk, o novo filme do Justiceiro não é exatamente uma continuação. Trata-se de uma nova adaptação.
A história é a seguinte: o ex-militar e policial Frank Castle (Ray Stevenson) caça e elimina mafiosos, com muita brutalidade e exibindo uma estampa de caveira no tórax.
Num de seus novos ataques, ele mata por engano um agente do FBI disfarçado e joga o bandido Billy Russoti (Dominic West) num triturador de vidro.
Sobrevivendo e ficando com o rosto varado, Russoti adota o apelido de Retalho, resolve vingar-se do Justiceiro e da família do agente morto.
Castle vive escondido, passando a ser procurado  tendo seu arsenal fornecido por Linus Lieberman, o Microship (Wayne Knight).

O filme tem muitos tiros, é sangrento, a maior parte do tempo se passa a noite e seus produtores inspiraram-se nas hq's do selo pra adultos Marvel Max.
Pena que o Retalho ficou um tanto caricato, me fazendo lembrar do Duas Caras do filme Batman Eternamente. Fora isso, valeu a pena conferir.
Nos Estados Unidos, teve baixa bilheteria. No Brasil, chegou direto nas locadoras.
A direção é de Lexi Alexander, uma dessas diretoras que realizam filmes de ação e não romances ou comédias.

2008- Lionsgate/Marvel Entertainment

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

2º Artigo da Coluna Cine Traços, de Minha Autoria

Após quase um ano de abandono (que vergonha!), resolvi postar uma adaptação (com algumas adições) do que escrevi e publiquei em agosto de 2008 no zine acima. A capa também fui eu quem fez.
E é justamente sobre a penúltima versão do Homem de Aço da DC Comics pro cinema, que saiu há 11 anos.

Superman- O Retorno

Ausente por 5 anos para encontrar algum vestígio de seu mundo natal, Krypton... Superman (Brandon Routh) volta ao nosso planeta.
Nesse tempo, Lex Luthor (Kevin Spacey) ficou solto com uma nova assistente (Parker Posey), novos capangas e disposto a usar como arma (de novo!) a famigerada Kryptonita.
Lois Lane (Kate Bosworth) teve um filho (?!) com Richard (James Marsden), um sobrinho de Perry White (Frank Langella) e é salva por Superman de um acidente aéreo.
Será que ele ainda tem lugar no coração dela? A Terra ainda precisa de um salvador extraterrestre? Ele conseguirá impedir Luthor de concretizar outra megalomaníaca tramoia?
Não quero ser chato, mas... Só digo que os efeitos visuais superam o próprio enredo.

O filme foi dirigido e produzido por Bryan Singer (X-Men 1 e 2), que por causa disso, deixou de comandar X-Men- O Confronto Final. Se passa depois de Superman II e até reutiliza aquela mesma música-tema de John Williams.

2006- Warner/Legendary Pictures/Peter Entertainment/Bad Hat Harry Produtions

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

O Primeiro Artigo Pra Coluna Cine Traços

Devilman (Debiruman, 2004)

O sociável Akira e o introvertido Ryo são amigos de infância e estudam juntos.
Suas vidas mudam quando o pai cientista de Ryo descobre uma fenda protoplásmica escavada. Uma portal das trevas, na verdade, de onde saem dois espíritos que baixam nos corpos de Akira e Ryo... transformando-os em inimigos: um mestiço de homem e demônio (o Devilman Akira) e um tipo de "anjo perverso" (Ryo).
Então, o mundo endoida com a criação de tropas paranoicas exterminadoras de monstros invasores infernais.

O filme é baseado no mangá criado em 1972 pelo roteirista/desenhista Go Nagai, criador de Mazinger (o 1º robô gigante japonês que não tinha um rosto amigável). Antes dele, Devilman já teve séries de animes pra TV, cinema e vídeo.

Até que tem bons efeitos digitais (alguns, nem tanto) e de maquiagem.
Mas... não gostei do desfecho.

A título de curiosidade... o mangá surgiu no mesmo ano em que a Marvel Comics criou o Motoqueiro Fantasma e o filme saiu no mesmo ano em que lançaram o do Hellboy.
Isso só prova que, apesar da coincidência, temas fantasiosamente religiosos e macabros puderam inspirar a criação de anti-heróis nas Hq's. Não importando onde ou quando.

2004- Devilman Production Comitee ee

Este texto é uma versão "adaptada" do meu comentário (não sou crítico de cinema, só pra relembrar) mostrado no fanzine Hq"Free"Express #02, que saiu em fevereiro de 2008. E foi na coluna Cine Traços, que aborda adaptações de quadrinhos pra filmes.

Uma escolha bizarríssima, justo pro Dia da Criança... né?

sábado, 1 de outubro de 2016

Eu Sou... O Homem de Ferro

Já escrevi um artigo com este mesmo titulo a pedido de Denilson Reis, quando ainda era um dos mais novos participantes do extinto grupo (agora, selo independente) Quadrante Sul.
O texto foi mostrado no extinto site A Trincheira, que falava sobre cultura, política, educação e esportes. E como fui boçal o suficiente pra deletar o texto original (de 2008, época do filme), vou relembrar a trama e recontar como foi minha 1ª experiência tardia de assistir a um filme no cinema e sem companhia.

Folheei um exemplar do jornal Diário Gaúcho e escolhi uma quarta-feira pra sair, lembrando que é dia de ingresso mais barato. Fui ao Cine Victória, em Porto Alegre.

A estrutura do filme é manjadíssima em usar flashbacks pra mostrar os acontecimentos que levariam o protagonista a chegar onde a história começa. Mas nem por isso estraga a diversão.

O inventor que virou magnata da indústria bélica Tony Stark (Robert Downey Jr.) apresenta pras tropas americanas no Afeganistão, uma nova arma chamada Jericó. Depois é capturado por exército de lá, depois de ser atingido por uma bomba que sua própria empresa fabricou.
Os soldados fazem parte de uma organização terrorista conhecida como Os 10 Anéis e obrigam Tony (com pedaços da bomba perto de seu coração) a ser seu criador de armas.
Ele ficou trancafiado junto com o Doutor Yinsen (Shaun Toub), cientista separado da própria família pela organização.
Decidido a libertar ambos, Tony usa o material que os terroristas forneceram e cria uma armadura equipada pra enfrentar seus captores.
E o resto... quem já viu, já sabe.
Uma história simples, mas bem montada, com bons atores, bons créditos finais, o 1º pós-créditos da Marvel Studios, um tremendo pontapé bem acertado ao fixar e seguir uma sequência de filmes de forma interligada.
Foi uma Sessão da Tarde das boas!

Infelizmente, o papel usado no ingresso é daqueles que caixas eletrônicos emitem e com tinta que desbota. Escrevi com caneta pra tentar "preservar" a memória deste souvenir.
Caso não se entenda os dizeres, foi dia 14 de maio de 2008, às 15:30. E não sei porque raios a foto não permaneceu na vertical!

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Cinematograficamente Falando

Que ideia! Até espalhei no Facebook, que faria uma loucura. E veio á tona: um novo blog, a respeito de filmes.
Antes que me perguntem, não virei crítico de cinema. Eu sempre fui um cine maníaco, que "devorava" revistas como as extintas SET, Video News, Starlog Brasil e Sci-Fi News.
Só resolvi postar o que já escrevi sobre filmes comerciais ou cults, que vi em cinemas (de rua ou de shopping), os que assisti em vídeo (VHS, DVD, online...) e quem sabe, contar histórias a ver com locadoras.
Além disso, vou mostrar artigos que escrevi pro fanzine Hq"Free"Express e pro blog Aí Que Me Refiro... (este, saiu do ar).
O 1º filme que vou debater em breve, não vai ser Esquadrão Suicida. Apenas posei junto de um display exposto no shopping Bourbon Wallig (Porto Alegre), onde já assisti a diversas adaptações de quadrinhos (acompanhado ou sozinho).

Até já!