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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

GC Especial de Aniversário 11- Mega Postagem Com Respostas Atrasadíssimas e a Retomada do Graphic Cine TV

Foto meramente ilustrativa

Meus blogs andavam "abandonados" (principalmente, este) mais por falta de vontade e por conta de compromissos. Pelo menos, não sou que nem muita que cria um blog/site e o larga de mão por motivos esdrúxulos quando não é por causa da tal "falta de tempo". Acontece!
Pra comemorar os 3 anos deste blog, trago aqui as respostas defasadas da brincadeira anterior dos filmes de baixo orçamento, o Desafio É Trash, Mas Eu Gosto:
1.Flash Gordon (1980)
2.Drive- Tensão Máxima (Drive,1997)
3.Comando Delta (The Delta Force, 1986)
4.Tank Girl- Detonando o Futuro (Tank Girl, 1995)
5.Duro de Espiar (Spy Hard, 1996)
6.Uma Noite Alucinante 3 (Army of Darkness, 1993)
7.Vizinhança do Barulho (Don't Be a Menace to South Central While Drinking Your Juice in The Hood, 1996)
8.Um Índio na Cidade (Un Indien Dans La Ville/Little Indian, Big City, 1994)
9.Barb Wire- A Justiceira (Barb Wire, 1996)
10.Nemesis- O Exterminador de Androides (Nemesis, 1992)

E quais são os compromissos dos quais falei? Como também diz o título deste artigo, é o retorno com força total da produção de vídeos (em especial, a série Graphic Cine TV e derivados) no meu canal ANDFSTUDIO. Com incentivo (entre outras funções) do meu irmão Angelo "ANG" Ferreira, foram ao ar os programas/videocasts temáticos ligados a filmes e animações de épocas diferentes. E vejam só quanta coisa! Confiram à vontade ou relembrem acessando os links:











E tem mais prontos. Até mais!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

O Mediador Entre a Cabeça e as Mãos Deve Ser o Coração!

Este artigo foi publicado originalmente no extinto blog Aí Que Me Refiro... e volto a mostrar na íntegra, com a mesma ilustração de apresentação. Pra quem quiser relembrar ou conhecer as fotos de referência e as etapas do desenho, já mostrei aqui.


Esta frase (a do título) aparece no início e mais adiante em Metrópolis,  filme mudo alemão de 1927, dirigido por Fritz Lang.
Sua trama se passa numa cidade do futuro, chefiada pelo empresário Joh Fredersen (Alfred Abel). Os empregados de sua principal usina, não bastasse o escravismo que sofrem, vivem em situação de miséria e também são forçados a trabalhar nos subterrâneos. Somente a classe aristocrata vive na superfície.
Certo dia, Freder (Gustav Frölich), que é filho do empresário... Vê uma moça com várias crianças na porta de uma dos jardins e fica encantado. Depois de descobrir a rotina sofrida dos operários, discutir com seu pai e substituir um trabalhador exausto, Freder resolve se disfarçar e com auxílio de seu chofer, vai até as profundezas da cidade.
Vê a moça que procurava, Maria (Brigitte Helm), servindo de porta-voz dos operários.
Ele conta a ela que quer ficar junto e apoiar os trabalhadores, mas não percebe que foi seguido e que um cientista pretende usar seus conhecimentos em tecnologia pra deturpar as motivações do povo explorado.  

Baseado no livro da atriz/escritora Thea von Harbou, Metrópolis foi roteirizado por ela mesma e com o diretor, com quem era casada. É um dos principais representantes do expressionismo alemão, que era uma forma de mostrar visões peculiares de seus realizadores, através de maquiagem, fotografia e efeitos especiais.
Adolf Hitler gostou tanto do filme, que pediu a Joseph Goebbels (seu ministro da propaganda) que chamasse Lang a fim de torná-lo cineasta do Partido Nazista. O diretor recusou, se mudou pros Estados Unidos e separou-se de sua esposa, porque ela preferiu ficar e se unir ao Partido.
Na música, o filme influenciou Madonna, Queen, Haddaway e outros.
Serviu de inspiração para a cidade homônima das histórias do Superman, pro visual do dróide C-3PO (Star Wars), para o mangá de Osamu Tezuka (Astroboy, Kimba...) e há quem diga que, também influenciou as arquiteturas de Gotham City (do Batman, de Tim Burton) e da cidade chuvosa de Blade Runner (de Ridley Scott). Não sei se falei bobagem.
Se bem me lembro, soube da existência de Metrópolis num programa da TV, quando criança. Já adolescente, vi fotos em revistas informativas. Era um filme ultra difícil de se achar.
Só consegui assisti-lo este ano e soube que muitas partes dele ficaram perdidas por décadas, até descobrirem trechos na Argentina (em 2008) e com eles, relançaram aumentando sua duração. Por isso, que no Youtube, é possível achar 2 versões do filme. Procurem!

As partes que achei bizarras e chamativas: quando Freder delira e imagina o maquinário da usina como um altar de sacrifícios, o inventor Rotwang (Rudolf Klein-Rogge) perseguindo Maria e a robô alterada pra substituí-la, criada para armar uma revolta. Sem esquecer da marcha sincronizada dos operários abatidos, durante as trocas de turnos e seus movimentos durante o trabalho na usina.

Fontes: Youtube, Google Imagens, Wikipédia (Brasil e EUA) e Wizard Brasil 09 (Editora Globo, 1997)

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Quem Fanzina os Fanzineiros?


Versão do artigo publicado no fanzine acima, em dezembro de 2009.
 
Fiz questão de locar o DVD numa segunda-feira.
Praticamente, o diretor Zack Snyder conseguiu (há controvérsias) transpor a série em 12 partes de Alan Moore e Dave Gibbons, mais ou menos como fez com 300 (de Frank Miller). Moore não quis ter seu nome creditado no filme.
 
A história é a mesma da hq, que se passa nos anos 1980. Ela mostra o assassinato do vigilante Comediante (Jeffery Dean Morgan), a origem dos heróis, a paranoia da Guerra Fria, o Doutor Manhattan (Billy Crudup), o investigador Rorschach (Jackie Earle Haley) e os demais elementos de uma forma resumida.
 
Houve mudanças em alguns uniformes e na trama. sendo que foi o filme mais extenso que Batman- O Cavaleiro das Trevas (de Christopher Nolan) ou Superman- O Retorno, mas com censura 18 anos.
Teve gente que achou uma novela, um troço aloprado...
Mas como fui eu quem assistiu e escreveu estas linhas, digo: até que gostei! Bem melhor que The Spirit- O Filme.
São quase 3 horas que não me cansaram.
 
2009- Paramount/Warner/Legendary Pictures

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

2º Artigo da Coluna Cine Traços, de Minha Autoria

Após quase um ano de abandono (que vergonha!), resolvi postar uma adaptação (com algumas adições) do que escrevi e publiquei em agosto de 2008 no zine acima. A capa também fui eu quem fez.
E é justamente sobre a penúltima versão do Homem de Aço da DC Comics pro cinema, que saiu há 11 anos.

Superman- O Retorno

Ausente por 5 anos para encontrar algum vestígio de seu mundo natal, Krypton... Superman (Brandon Routh) volta ao nosso planeta.
Nesse tempo, Lex Luthor (Kevin Spacey) ficou solto com uma nova assistente (Parker Posey), novos capangas e disposto a usar como arma (de novo!) a famigerada Kryptonita.
Lois Lane (Kate Bosworth) teve um filho (?!) com Richard (James Marsden), um sobrinho de Perry White (Frank Langella) e é salva por Superman de um acidente aéreo.
Será que ele ainda tem lugar no coração dela? A Terra ainda precisa de um salvador extraterrestre? Ele conseguirá impedir Luthor de concretizar outra megalomaníaca tramoia?
Não quero ser chato, mas... Só digo que os efeitos visuais superam o próprio enredo.

O filme foi dirigido e produzido por Bryan Singer (X-Men 1 e 2), que por causa disso, deixou de comandar X-Men- O Confronto Final. Se passa depois de Superman II e até reutiliza aquela mesma música-tema de John Williams.

2006- Warner/Legendary Pictures/Peter Entertainment/Bad Hat Harry Produtions