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domingo, 30 de setembro de 2018

GC Especial de Aniversário 10- O Drácula Alemão

Este artigo também já foi mostrado no extinto Aí Que Me Refiro..., em 2015.
Pra conferir ou rever o "making of" da ilustração acima, basta acessar:
https://visaoandf.blogspot.com/2015/09/o-vampiro-do-cinema-mudo.html 

Mais do que um filme, tendo jeitão de teatro filmado, por ser dividido em atos. Assim é Nosferatu (Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens), do mesmo país e época de Metrópolis, mas lançado em 1922. Foi dirigido por Friedrich Wilhelm Murnau.
1838. Seria um novo negócio fechado pelo corretor de imóveis Knock (Alexander Granach), ao oferecer uma casa ao Conde Orlok (Max Shreck), vindo dos Montes Cárpatos e disposto a morar na cidade de Wisborg.
Passa a ser um pesadelo em vida pro agente imobiliário Thomas Hutter (Gustav Von Wangenheim). Por quê? O cliente em questão trata-se de um... vampiro! E o pior, o conde se sente atraído por Ellen (Greta Schröder), que é esposa de Hutter e... a tal casa fica perto de onde o casal mora!!
Segue-se um clima opressor, deste  que era para ser (e de certo modo, é) a primeira adaptação do livro Drácula, do Bram Stoker. Mas, como os herdeiros do escritor não permitiram uma versão alemã, foi decidido alterar nomes de personagens e lugares. Não adiantou. Pois, foi exigido que todas as cópias do filme fossem destruídas. 
Felizmente, Nosferatu não virou apenas uma rasa lembrança.  Senão, ninguém (inclusive, eu) teria assistido e comentado, se praticamente, todos os exemplares desaparecessem.
Foi deste filme que saíram várias ideias incorporadas a muitas obras ligadas a vampiros.
Teve uma refilmagem em 1979, a cores, com Klaus Kinski no papel-título e dirigida por Werner Herzog. E inspirou A Sombra do Vampiro (2000), um drama (que ainda não vi) mesclando terror e realidade.
Consegui assisti-lo pelo Youtube, ano passado. Era outro filme antigo que só via fotos em revistas informativas e encartes.
É assustador como o conde tem o olhar vidrado e hipnótico, além de seu jeito lento de caminhar. Sem esquecer das tonalidades bizarras.

Fontes: Youtube, 100 Respostas- Edição Especial Vampiros (Editora Abril, 2010), site Adoro Cinema, Wikipédia (Brasil)



sexta-feira, 28 de setembro de 2018

GC- Especial de Aniversário 08- Visita Inesperada... Só em Sonho

Na madrugada do dia 26 pra 27 de outubro (deste ano, claro!), tive um sonho inusitado. Daqueles que só o subconsciente é capaz de produzir sem restrições orçamentárias.
Mas me antecipando... o que Sylvester Stallone interpretando Juiz Dredd tem a ver com isso se nem revi O Juiz (1995) antes de dormir? Já vou explicar...

  
 ...e aproveitar pra mostrar as etapas de uma ilustração velha com base numa foto que vi numa edição da extinta SET (de 2000).

No sonho, recebi a visita do Stallone em casa. Veio do nada e parecia um tio boa praça daqueles que não aparecia faz tempo. E a casa era uma mistura da que eu moro atualmente com a que vivi durante minha infância e adolescência.
Se conversei em inglês com ele? Foi o contrário, porque sua voz era a mesma do seu dublador brasileiro oficial (na maioria dos filmes)... Luiz Feier Motta (que substituiu o finado André Filho)!!
Sendo que... quem realmente dublou o Stallone no filme do policial que "captura, julga e executa em nome da lei" foi Armando Tiraboschi (que também dublou o Jason Stathan).
Foi surreal! Um daqueles sonhos legais que a gente torce pra não acabar... depois que se acorda. Tá... mas em que parte que o Stallone/Dredd aparece? Cosplay?? NÃO!! 
 Antes do sonho terminar, entreguei a ele uma cópia da ilustração. O ator gostou muito e me agradeceu. Mas acho que se fosse na vida real, talvez aceitasse com uma cara de desânimo, por razões evidentes.
 Um amigo meu, o atual vereador Gervásio (de Sapucaia do Sul) foi quem ganhou uma cópia deste desenho, lá por 2007.

Já sobre o(s) filme(s) com o Dredd, é capaz que eu fale numa outra hora.

sábado, 1 de outubro de 2016

Eu Sou... O Homem de Ferro

Já escrevi um artigo com este mesmo titulo a pedido de Denilson Reis, quando ainda era um dos mais novos participantes do extinto grupo (agora, selo independente) Quadrante Sul.
O texto foi mostrado no extinto site A Trincheira, que falava sobre cultura, política, educação e esportes. E como fui boçal o suficiente pra deletar o texto original (de 2008, época do filme), vou relembrar a trama e recontar como foi minha 1ª experiência tardia de assistir a um filme no cinema e sem companhia.

Folheei um exemplar do jornal Diário Gaúcho e escolhi uma quarta-feira pra sair, lembrando que é dia de ingresso mais barato. Fui ao Cine Victória, em Porto Alegre.

A estrutura do filme é manjadíssima em usar flashbacks pra mostrar os acontecimentos que levariam o protagonista a chegar onde a história começa. Mas nem por isso estraga a diversão.

O inventor que virou magnata da indústria bélica Tony Stark (Robert Downey Jr.) apresenta pras tropas americanas no Afeganistão, uma nova arma chamada Jericó. Depois é capturado por exército de lá, depois de ser atingido por uma bomba que sua própria empresa fabricou.
Os soldados fazem parte de uma organização terrorista conhecida como Os 10 Anéis e obrigam Tony (com pedaços da bomba perto de seu coração) a ser seu criador de armas.
Ele ficou trancafiado junto com o Doutor Yinsen (Shaun Toub), cientista separado da própria família pela organização.
Decidido a libertar ambos, Tony usa o material que os terroristas forneceram e cria uma armadura equipada pra enfrentar seus captores.
E o resto... quem já viu, já sabe.
Uma história simples, mas bem montada, com bons atores, bons créditos finais, o 1º pós-créditos da Marvel Studios, um tremendo pontapé bem acertado ao fixar e seguir uma sequência de filmes de forma interligada.
Foi uma Sessão da Tarde das boas!

Infelizmente, o papel usado no ingresso é daqueles que caixas eletrônicos emitem e com tinta que desbota. Escrevi com caneta pra tentar "preservar" a memória deste souvenir.
Caso não se entenda os dizeres, foi dia 14 de maio de 2008, às 15:30. E não sei porque raios a foto não permaneceu na vertical!